Violência – epidemia que mata muitos jovens
Ponto de vista:
A violência pode começar com a falta de orientação de pais, de treinadores e até da própria escola, aliada a uma atração causada pelos jogos que são presentes dos entes queridos, essa brutalidade cresce e a “vitimização” do jovem aparece em jornais e revistas, ou seja, a impunidade surge como desculpas da sociedade caótica aos jovens.
Argumentações:
1. O jovem não tem total consciência dos atos;
2. Sentem atração pelo crime;
3. A violência está aumentando a cada ano;
4. Falta de conhecimento sobre os problemas que podem ser gerados a elas e aos responsáveis são capazes de torná-las “vitimizadas” perante uma sociedade solidária.
================================
Escrever a respeito da violência é muito sério, pois várias são as abordagens e é necessário pesquisar sobre o tema, últimas reportagens, por exemplo, e a forma mais rápida é utilizar os “buscadores” na “Internet”. Se colocar a palavra violência no GOOGLE, teremos aproximadamente 928.000 para Violência (0,02 segundos). Um número grande que diminui quando adicionada a palavra jovem, aproximadamente 242.000 para Violência jovem (0,16 segundos). Haverá diminuição na medida que “afunilamos” as nossas buscas.
Se afirmar que muitos jovens estão se inserindo mais cedo na violência, e, como conseqüência, nos crime, posso estar escrevendo no senso comum. Então, convido você leitor a ler um pouco do que pesquisei. Em Esportes juvenis: A nova epidemia de violência, jovens do Ensino Médio, pais, treinadores se envolvem em pancadaria, gritos e distribuição de socos, podemos inserir que é um crime com incentivo de maiores. Treinador tira um dos jogadores da partida e é ameaçado pelo pai do garoto, uma violência que pode começar em casa, pela falta de exemplo dos mais velhos. Em um treino de hóquei, um pai assassina outro depois de uma discussão a respeito de regras do jogo, uma violência que não dialoga.
O leitor pode perguntar o que adultos tem a ver com a violência juvenil, entretanto é simples a resposta, se não há bons exemplos, podemos estar comprometendo adolescentes com a péssima educação em cada casa e em instituições confiáveis. Muitas vezes, o jovem não tem total consciência dos atos, apenas imitam os exemplos de quem eles admiram, no entanto não devemos somente pensar dessa forma. Em Alerta aos videogames e filmes violentos há a sátira na morte virtual ou a emoção com “requintes” de crueldade em cenas que banalizam a vida, como em muitos programas televisivos ou filmes.
O osso do macaco em 2001, Uma Odisséia no Espaço, era uma tecnologia que se transforma em arma, na década de 90 e no novo milênio, fliperamas, filmes e jogos formam gerações de pessoas insensíveis ao sofrimento de animais e de humanos, uma produção de assassinos inconscientes, apenas sentem atração pelo crime. Associar prazer de vencer com sofrimento ou morte de uma personagem fictícia, o treino das habilidades de pontaria e a superação da aversão em matar pessoas contribuem para a formação do jovem.
A violência está aumentando a cada ano, em Por que tanto se mata na periferia de São Paulo? podemos ler locais, em que há uma maior incidência de crimes provocados por jovens e números superiores a guerra do Kosovo em relação à mortalidade por crimes envolvendo adolescentes. Roubos a mão armada e roubos de automóveis cresceram 253% desde a década de 80, na maioria dos crimes há bebidas e bares e marcados para morrer. A execução é uma modalidade de crime especialmente cruel, pois dispensa o arrependimento por parte dos assassinos, tendo em vista que há premeditação.
Grupos armados ainda são opção para crianças e adolescentes, foi conservado o erro diagnosticado pelo Microsoft Word, porém na afirmação do título caberiam mais opções, pois desemprego, marginalização, despreparo policial também se inserem nas opções de crianças que iniciam aos 10 ou 11 anos de idade. As leis que essas crianças conhecem são diferentes da Constituição, do Código Civil e Código Penal e a falta de conhecimento sobre os problemas que podem ser gerados a elas e aos responsáveis são capazes de torná-las “vitimizadas” perante uma sociedade solidária.
Sendo assim, essa epidemia que pode matar muitos jovens, essa violência que dizima extratos da população de determinados lugares pode começar com a falta de orientação de pais, de treinadores e até da própria escola, aliada a uma atração causada pelos jogos que são presentes dos entes queridos, essa brutalidade cresce e a “vitimização” do jovem aparece em jornais e revistas, ou seja, a impunidade surge como desculpas da sociedade caótica aos jovens.
Reportagens extraídas dos seguintes “sites”:
Alerta aos videogames e filmes violentos
http://www.espacoacademico.com.br/018/18ray.htm
Esportes juvenis: A nova epidemia de violência
http://www.watchtower.org/languages/portuguese/library/g/2002/12/8a/article_01.htm
Grupos armados ainda são opção para crianças e adolescentes
http://www.adital.com.br/site/noticias/14049.asp?lang=PT&cod=14049
Por que tanto se mata na periferia de São Paulo?
http://www.braudel.org.br/paper26a.htm

